16/08/1649

Inicia-se a ampliação e reforço do forte, com planta feita também pelo engenheiro Ricardo Caar.

03/04/1649

Desembarca no Mucuripe a segunda ocupação holandesa, comandada por Matias Beck, mas impedido pela arrebentação do mar, logo decidiu estabelecer-se à margem esquerda do riacho Marajaitiba (Pajeú), sobre o morro Marajaik, onde constrói com traçado do engenheiro Ricardo Caar, um forte, batizando-o de Schoonenborch em homenagem ao governador holandês em Pernambuco, a quem era subordinado, Walter van Schoonenborch. A limpeza do terreno iniciou-se no dia nove e no dia 18 foi feita a planta.

25/10/1637

Chega no forte e dele se apossa, uma expedição batava sob o comando do major Jorge Garstmann, com o auxílio do capitão Hendrick Van Hus, ficando no comando o tenente Van Ham, que é substituído por Gedeon Morris Jonge e em 1644, revolta indígena acaba por passá-los pelas armas.

14/10/1637

1637 – outubro – 14 – Sai o parecer do Conselho Ultramarino, mandando extinguir o presídio do Ceará e levar os índios para o Maranhão.

26/10/1637

Francisco Pereira da Cunha é nomeado governador, mas o Ceará se achava em poder dos holandeses e houve nova nomeação, no dia 03/01/1641, mas como o domínio holandês continuava, tudo ficou sem efeito.

06/01/1631

Assume o cargo de capitão do forte, recebido das mãos de Matim Soares Moreno, seu tio, o Capitão-Mor Domingos de Veiga Cabral.

23/09/1621

Martim Soares Moreno toma posse e reconstrói o fortim de São Tiago, mas por falta de recursos, termina por abandonar o forte e em 1631 estava em Pernambuco, para expulsar os holandeses. No local deixado por Martim, ficou apenas uma pequena aldeia formada por casas de taipa, uma igrejinha e o fortim com quartel e armazém com um total de 30 pessoas, entre soldados e civis.

26/05/1619

Martim Soares Moreno é nomeado para dirigir a Capitania do Ceará, pelo prazo de dez anos, mas não tomaria posse naquele ano.

1614

Neste ano acontece a quarta seca que se tem conhecimento na história do Ceará.

1613

Jerônimo d’Albuquerque vem encontrar-se com Martin Soares Moreno, e este segue para a conquista do Maranhão onde não foi feliz, sendo perseguido pelos franceses, chegando às Antilhas e dali seguindo para Sevilha. Em seu lugar, fica Manuel de Brito Freire, por 14 meses. Martim Soares Moreno volta em 1614 para o Recife, onde se junta a novas forças, para atacar o Maranhão, onde fica comandando o forte Cumá. Finda a missão, volta à Europa. Martim Soares Moreno é considerado o fundador do Ceará, pois começou aqui a colonização portuguesa, fixando-se por muito tempo na foz do rio Ceará, onde construiu o Forte de São Sebastião a partir de 1612, retirando-se em 1631, indo para Pernambuco combater os holandeses. De lá voltou a Portugal.